Neste domingo, 11 de maio de 2008 é dia das mães, mas e os outros dias?

A data está sendo muito comemorada, principalmente pelo comércio, tendo como exemplo a super lotação dos shoppings e da tão famosa 25 de março em São Paulo.
Para os lojistas ela é considerada a segunda melhor época em termos de venda, tanto para o varejo quanto para o atacado, depois do Natal.
Espera-se um crescimento de 4% nas vendas em relação a 2007, segundo o Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo). Outra entidade, a Serasa, apontou que as vendas do comércio em todo o país aumentaram 4,8% no fim de semana que antecedeu o do Dia das Mães, de 2 a 4 de maio, em relação ao período equivalente de 2007.

Mas será que isso tudo é pelo amor ou pela convenção que a data trás?
Tudo bem, tudo bem… as pessoas sempre costumam se reunir em dadas e ocasiões especiais, sendo o Dia das Mães uma dessas, mas e depois?
Quantas vezes você disse a sua mãe o que você realmente sente por ela esse ano?
Será você mais um dos que guardaram tudo para essa data e junto vai um presentinho, “aquele presentinho”?
Convencionalmente essa ocasião é fantástica por várias razões, mas com certeza não parece provar que é por amor…
As mamães nos protejem por instinto natural – excluindo raras exceções – nos alimentam, muitas nos mimam até depois de crescidos e talvez não nos peçam nada em troca. E o que retribuímos? Sendo um bom filho? Mas o que é ser um bom filho? “Deixa pra lá vai…”

Que ícone é a sua mamãe? Pense agora sem demora.
Descobriu!? Acho que sim.
Diga para ela hoje, amanhã, quando ela fizer aniversário, nos momentos especiais, nos momento comuns e nos incomuns e em todas as oportunidades o que e o quanto ela representa a você.
À minha eu direi: “Obrigado minha mãe! Por ter me dado meios de ser o homem que sou hoje. Tenho muito orgulho da senhora hoje, amanhã e sempre.”

