Depois de mais de um mês de férias retorno com o meu singelo e extremamente peculiar, blog…
Apesar de o tempo ser um tanto escasso, prometo não perder o gás tão fácil.
Recomeço com uma adaptação de um folhetim coletasdo da rede.
É mais ou menos assim…
Já perdoei erros que não deveriam ser perdoados e ainda, não satisfeito, tentei substituir pessoas inesquecíveis.
Muitas coisas saíram apenas por impulso e me decepcionei com as pessoas quando não deveria me decepcionar e mesmo assim chateei alguém que esperava ter apenas compreensão.
Já abri meus braços para proteger e sorri quando não deveria.
Fiz amigos eternos, já amei de verdade, fui amado, mas também já fui rejeitado e posto de lado.
Sem querer e por querer fui amado e não soube o que fazer. Já fui contagiado pela felicidade e já pulei e gritei de alegria.
Já vivi de amor e por amor. Aproveitei e fiz juras eternas, mas “quebrei a cara”, uma, duas sei lá… nem sei quantas vezes.
Me emocionei vendo fotos, ouvindo músicas, vendo filmes e a cena de alguém, na rua, do nada… pro nada.
Já liguei apenas para ouvir uma voz e por um sorriso caí no amor.
Pensei várias vezes que ia morrer de saudade e temi perder alguém (e perdi), mas sempre… sempre mesmo sobrevivi!
Vivo e ainda vivo…
O melhor de tudo é abraçar a vida e vivê-la com paixão, se for para vir a perder que seja com classe e quando vencer coloco ousadia, pois o mundo pertence a quem se atreve…
Assim terminei a pensar que a vida é “muito” para ser insignificante.

