Senso (in)Comum (…)

março 9, 2009

Frase… William Ernest Hocking

Filed under: Ótica,Fragmento — Netto @ 10:11 pm
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William Ernest Hocking
“As únicas desgraças completas são as desgraças com as quais nada aprendemos. “

William Ernest Hocking

março 5, 2009

Senso Comum… Sem Ele Como Seria?

Filed under: Ótica,Fragmento — Netto @ 5:37 am
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Como seria viver sem o senso comum?

Já pensou nisso?
Eu sim e considero, dentro dessas minhas reflexões, que seríamos pessoas um tanto mais sinceras e puras.

Senso Comum
Sem o senso comum deixaríamos de ser conduzidos pelas idéias pré-fabricadas, deixaríamos de ganhar de presente as respostas do achismos que não foram provadas por nenhum outro meio a não ser o “só sei que é assim”.

Sem o senso comum seriamos obrigados a buscar a construção e a construir nossas próprias convicções, nossas próprias idéias, nossos próprios valores, nossa própria posição ante a tudo e assim, cada um sendo tão singular, conseguiríamos nos exprimir e nos diferenciar com muito mais nitidez. Contudo as críticas tenderiam a ser mais freqüentes e mais assertivas visto que essa capacidade é nativa dos seres humanos e acabaria por ser estimulada por essa nova natureza (sem o senso comum).

Sem o senso comum essa nossa maneira de viver morreria. Nada seria igual ao que é como vemos. Considero essa hipótese com tanta força por que o ser humano de maneira geral e histórica tem a tendência de simplificar o que está ao seu redor. Embora essa seja uma das tarefas do senso comum – simplificação das coisas – ela acaba por se instalar em vários outros campos da nossa existência como vemos no desenrolar da tecnologia que a cada dia avança mais e mais para o desenvolvimento do ser. Só que sem o senso comum deixaríamos de simplificar a essência do que está lá fora, por exemplo, saber quando iria chover não passaria apenas por olhar para o céu e reparar nas nuvens (se estavam escuras ou não), passaria sim, por estudar a atmosfera, os gases presentes nela e tudo o que existe antes deste fenômeno tão habitual.

Senso Comum
Conclusão, sem o senso comum passaríamos a ir além do observável, do tangível e iríamos “olhar além do muro”.

março 4, 2009

O Vendedor de Balões

Filed under: Ótica,Fragmento — Netto @ 11:22 pm
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Há algum tempo, um vendedor de balões infláveis vendia seu produto em uma movimentada praça. Quando as vendas diminuíam, soltava um desses balões.

Balão - Bexiga

Ao flutuar no ar, despertava a curiosidade das pessoas e reaquecia as vendas por alguns minutos. Alternava as cores; primeiro soltava um branco, logo um vermelho e depois um amarelo.

Passado algum tempo, um menino negro puxou a manga de seu paletó, olhou nos olhos do vendedor e fez uma pergunta penetrante:

- Senhor, se soltasse uma bexiga preta ela subiria?

O vendedor de balões olhou para o pequeno com compaixão, sabedoria e compreensão e disse:

- Filho, o que os faz subir é o que está dentro deles.

Efetivamente o vendedor de balões tinha razão.

Arte com Balões - Bexiga

Pense naquilo que você carrega aí dentro de você e não se esqueça: “O que está dentro de você lhe fará subir”.

fevereiro 26, 2009

Feliz Ano Novo!!!

Filed under: Ótica,Humor — Netto @ 2:55 am
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Dizem que o ano aqui no Brasil só começa depois carnaval, então Feliz Ano Novo para todos!

E para comemorar esse grande momento uma piadinha muito bem “sacada”.

Carnaval de Rua

E aí!? Quem foi que disse que não se pode fazer uma grande festa no meio de uma grande crise?

fevereiro 20, 2009

Não gosto…

Filed under: Ótica,Fragmento — Netto @ 6:58 am
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Não gosto quando o tempo fecha enquanto estou dormindo e depois acordo no meio do temporal.

Não gosto do tempero azedo do vinagre na salada e nem do seu cheiro pesado que ele deixa na cozinha.

Não gosto quando me acordam no meio da noite pedindo suporte para conectar na internet.

Não gosto que as horas passem e o futuro se “achega” como a mudança da lua cheia para a lua minguante.

Não gosto quando vejo olhos marejados e a única ação é o silencio deixando o vazio ainda maior.

Não gosto de ficar sem graça, não gosto de graça.

Não Gosto

Não gosto quando não entendo a piada e mesmo assim dou risada, simples, sem graça e confusa.

Não gosto quando a conversa acaba e ela não me beija e nem deixa que eu o faça, daí pergunto: Será que chove hoje?

Não gosto quando o filme acaba e deixa a sensação de que ficou devendo e de que eu perdi meu tempo vendo “aquela coisa”.

Não gosto quando repito, repito e repito e ninguém entende e tempos depois contam a mesma história sem os devidos créditos.

Não gosto de ouvir: não sei, tanto faz, você que sabe, qualquer um, sei lá, pode ser… disso eu não gosto, não gosto mesmo.

fevereiro 19, 2009

Há momentos em que Deus aparece.

Filed under: Ótica,Fragmento — Netto @ 6:05 am
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Ouvi certa vez que Deus nos visita, que sabe quem somos, que nos conforta e que às vezes simplesmente vem nos ver por sua própria vontade e isso reverberou em minha cabeça durante muito tempo.

Núvens

Não está em pauta aqui qualquer religião, crença ou a fé de cada um, mas a simples idéia do criador se aproximar de sua criação.
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novembro 18, 2008

Conjugação

Filed under: Ótica — Netto @ 2:55 am
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Eu pesco
Tu estudas
Ele aprende
Nós crescemos
Vós sois livres
Eles sonham

outubro 26, 2008

Lembranças… Ainda Lembro

Filed under: Ótica,Fragmento — Netto @ 4:48 am
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Ainda Lembro

Ainda lembro da
Casa mal acabada
Cama desarrumada
Maçaneta que foi trocada

Ainda lembro de
Sonhos interrompidos
Verdades escondidas
Tempestades por detalhes

Ainda lembro do
Filho planejado
Olhar simples e sincero
Cachorro que faleceu

Ainda lembro
De tudo que se passou
Da inexistência do futuro e…
Do desastre de um adeus

Ainda
Sei que viver é melhor que sonhar
Mas que a vida é finita
Então me lembro que somos livres
E que sempre existe amor para recomeçar

setembro 30, 2008

Frase… Jean de la Fontaine

Filed under: Ótica,Fragmento — Netto @ 10:07 am
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“Correr não adianta; é preciso partir a tempo.”

Jean de la Fontaine

setembro 19, 2008

Frase… Montaigne

Filed under: Fragmento — Netto @ 8:51 am
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Um homem precisa de ouvidos fortes para ouvir o que se diz sobre ele, quando é julgado com liberdade.

Montaigne

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